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MILK11

sábado, junho 26th, 2010

Quinta feira tivemos a seguinte notícia :

SÃO PAULO - A Laep Investments informou que foi concluída a operação, anunciada em janeiro, na qual o fundo GEM - Global Yield Fund Limited fez um aumento de capital na companhia de R$ 126,035 milhões, com a emissão de 109.740.000 ações classe A.

“Os recursos captados foram integralmente utilizados para reforço de capital de giro e readequação da estrutura de capital da Companhia, tendo a operação consistido em importante passo no processo de reestruturação iniciado em setembro de 2008, especialmente na readequação do passivo oneroso”, disse a companhia em comunicado enviado ao mercado.

O GEM Group (Global Emerging Markets) tem investimentos totalizando US$ 3,4 bilhões em mais de 55 países. No Brasil, o fundo já fez aportes no Banco Pine.

Eu particularmente não gostei de quando a notícia foi publicada, pelo momento do valor da ação.  Tanto que a ação não evoluiu, ainda que na sexta feira era dia do jogo do Brasil na copa do mundo.
fonte: O Globo

Informação essa que não foi divulgada no RI da LAEP.

A notícia não influiu muito na ação , ainda que na sexta feira era jogo do Brasil na copa do mundo.

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Acho bem difícil a ação subir nos próximos dias, acredito que ela vai testar os suportes e se chegar na região dos 0,60 centavos é a hora de comprar.

No fórum da MILK11 na advfn , um usuário conversou com o pessoal do RI.
Penso ser interessante compartilhar

citação: junior64Caros sócios,

conversei a pouco, por telefone (11 3172 6700) com o Sr. Marcos do RI da LAEP. Vou tentar dividir com vocês as informações/explicações que recebi. vou tentar ser o mais fiel possivel, pois vou tirar da memória e anotações que fiz durante nossa conversa. Salvo engano o Rubmar ou Rubensmn, a alguns dias também transcreveu um dialogo:

1)Site fora do ar: problema técnico e esta sendo visto por empresa terceirizada o retorno;
2)e-mail: tem recebido reclamaçoes sobre o retorno dos e-mail´s. Acreditam que também seja um problema técnico, que também estao procurando sanar. Embora afirme que em alguns casos, e nao sabe dizer o porque, vem recebendo e-mail´s sim;
3)GEM: ainda tem aportes a serem feitos (nao pode dizer quanto ainda falta), mas disse que esta muito próximo. Mercado será informado;
4)Alguns credores (fora da RJ) ainda estão em negociação para pagamento com ações. Também nao pode dizer quanto e nem quando termina. Mercado será informado.
*neste momento questionei sobre novos protestos de titulos que vem surgindo. Não negou o fato, mas disse que esta sob controle e pode sim, ser algum credor recente com mais urgencia em receber a divida e opta pelo protesto;
5) Receita Federal (auto de infraçaõ, aquele acima de Bilhao, que ja´foi revertido para valores na casa de dezena de milhao): Juridico continua tratando do assunto;
6) Monticiano: processo em andamento, conforme último FR divulgado;
7) Balanço 2009 e 1º trimestre 2010: Empresa de auditoria (Ernest) pediu ate 1 quinzena de julho para entrega, auditado. Números já fechados (claro que nao me disse como foi, risos) e logo em seguida deve ser divulgado o 1º tri. de 2010. Não precisou data, mas reforçou que novas exigencias da CVM atrasaram a entrega e estao cientes do prazo legal de entrega, para evitar suspensão (que poderia ocorrer somente em março de 2011)
8 ) Ainda existem 4 credores da RJ, com valores entre R$ 20/22 milhoes, onde o pagamento de R$ 1.000.000,00 mensal vem sendo feito
9) Número de BDR: sinalizou que o número é +/- aquele que esta na CVM. Desconversou, mas nao afirmou e nem negou categoricamente que o numero vá chegar aos 300 milhoes.
Acho que foi isso.


LAEP - PARMALAT - Milk11

terça-feira, junho 8th, 2010

Muito já falei desse papel aqui. Nos últimos dias ele está muito forte, volume de negócio por dia é gigantesco.

O papel está sendo adorado pelos especulatores e daytraders. Como o valor de compra do papel é bem baixo, qualquer centavo que ele sobe o pessoal já vende, sendo assim, explica-se o grande volume de negócios. Poucos dormem com o papel na carteira.

milk11

O valor está acima das médias móveis, não recomendo compra pelo método que utilizo, mas ressalto que para “micos” não confio muito em análise técnica.

As notícias sobre a recuperação judicial estão rolando soltas na web, qualquer vírgula que é alterada no processo a galera faz muito barulho. Mas se novidades concretas não forem apresentadas em breve, acredito que a milk11 irá beijar a casa dos sessenta centavos de novo.

MILK11

terça-feira, março 23rd, 2010

Reportagem da revista IstoÉ Dinheiro.

O que está por trás do negócio GP-Parmalat

Domingo, 14 de março. O relógio na parede do escritório da GP Investimentos, na avenida Faria Lima, em São Paulo, marcava nove horas da noite quando Fersen Lambranho, presidente do grupo, e Marcus Elias, sócio da Laep, controladora da Parmalat no Brasil, terminaram de revisar os contratos e começaram a assinar os documentos para a formação de um consórcio no setor de leite.

As negociações começaram em setembro do ano passado, foram atropeladas pela entrada de outros pretendentes, como Friboi, Marfrig e Brasil Foods, mas foram concluídas no último fim de semana. E o casamento, costurado pelo advogado Paulo Aragão, um dos maiores especialistas em direito societário do País, acabava de criar uma das mais promissoras empresas de leite no Brasil, com receita estimada em R$ 1,5 bilhão e captação de mais de dois milhões de litros ao dia. Elias e Lambranho se abraçaram e passaram a preparar o fato relevante que seria divulgado ao mercado no dia seguinte.

“Agora temos uma marca com presença e credibilidade nacional”, disse à DINHEIRO o executivo Fernando Falco, presidente da Monticiano, braço do grupo GP no setor de leite. A declaração do executivo revela que a fusão foi muito mais do que um negócio de oportunidade para a GP. Maior fundo de private equity da América Latina, com mais de US$ 4 bilhões aportados em empresas de diferentes setores no Brasil, o grupo se especializou em comprar companhias em dificuldades para recuperá-las e depois revendê-las.

Mas, no caso da Parmalat, a compra é também uma necessidade para a GP. O fundo entrou no mercado de leite em 2008, quando pagou R$ 308 milhões pelos ativos da Laticínios Morrinhos, de Goiás, dona da marca Leitbom. Os planos eram ambiciosos, mas esbarraram em uma crise generalizada no setor.

Os negócios também não foram bem em 2009. Nos três primeiros trimestres do ano passado, a Monticiano acumulou prejuízo líquido de R$ 36,3 milhões. Diante das dificuldades, os executivos perceberam que, para crescer, precisariam de uma grife para agregar valor aos seus produtos – e não partir para uma guerra de preços suicida, como fazem muitos de seus concorrentes. Com a Parmalat, que há 12 anos é a marca top of mind no Brasil (a mais admirada pelos consumidores), a GP poderá vender leite convencional com uma margem até 15% superior à dos concorrentes.

“Não dá nem para comparar a Leitbom com a Parmalat. O GP vai investir em uma marca de primeira linha para aumentar sua participação no mercado”, diz Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, principal entidade representativa do setor. “Agora sim eles estão entrando no jogo.”

Pelo acordo, a Laep, de Marcus Elias, aporta no capital da Monticiano as fábricas das empresas Glória e Ibituruna, além do direito de exploração da marca Parmalat até 2017. Em troca, ganha 40% de participação na Monticiano. Elias, que pretendia ser um consolidador no mercado, mudou de rota quando percebeu que a Parmalat estava mais para caça do que para caçador.

A empresa não teve acesso a linhas de crédito do BNDES, foi alvo de uma operação da PF e enfrentava problemas com a recuperação judicial. Mas também cometeu erros de gestão, como excesso de aquisições, sem uma estratégia definida. “Mudamos de rota e buscamos uma saída engenhosa”, disse Elias à DINHEIRO. “Agora, o mercado terá uma empresa sem problemas de crédito, com a marca mais valiosa do setor.”

A associação entre Monticiano e Parmalat formará o quinto grupo do setor, atrás de Nestlé, Brasil Foods (dono da Batavo), Itambé e Bom Gosto. Mas a empresa espera ampliar sua participação de mercado – hoje próxima a 10% – lançando leites com maior valor nutricional e pagando mais aos fornecedores. “Com o dinheiro da GP e a credibilidade da Parmalat, a parceria tende a elevar a renda no campo”, prevê Rafael Ribeiro de Lima Filho, da Scot Consultoria.

A gestão do novo negócio ficará a cargo do grupo GP e a Laep terá alguns assentos no conselho. Embora a operação marque um revés na estratégia inicial traçada por Elias, as ações de sua empresa estiveram entre as que mais subiram no Brasil em 2010 – passaram de pouco mais de R$ 0,70 para R$ 1,70 –, em razão dos rumores sobre uma possível venda.

As dívidas da companhia foram reduzidas de R$ 1,8 bilhão para R$ 22 milhões. Para reduzir o endividamento, ele vendeu ativos, como a fábrica de Carazinho, que foi alienada à Nestlé, e algumas marcas, como a Poços de Caldas e a Paulista, que foram transferidas à própria GP, um ano atrás. A última pendência era uma fábrica em Goiás, que vinha atrasando pagamentos aos pecuaristas – ela será agora arrendada à empresa Italac. “Os problemas acabaram”, diz Elias. Budista, ele recentemente ergueu um grande templo na cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo, onde poderá meditar sobre sua experiência no mercado de leite e seus futuros negócios.

MILK11

segunda-feira, março 15th, 2010

Hoje eu nao durmo .

Monticiano Participações S.A.

CNPJ/MF 09.191.251/0001-75

Companhia Aberta

Laep Investments Ltd.

CNPJ/MF 08.904.552/0001-36

Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

Monticiano Participações S.A., companhia aberta com sede na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Pamplona, 818 – conjunto 92, inscrita no CNPJ/MF sob o n° 09.191.251/0001-75 (“Monticiano”), e Laep Investments Ltd, companhia com sede em Clarendon House, 2 Church Street, Hamilton, HM 11, Bermuda, inscrita no CNPJ/MF sob o no 08.904.552/0001-36 (“Laep”), comunicam, na forma da Instrução CVM no. 358, que assinaram nesta data um acordo de investimentos (“Acordo”) pelo qual companhias controladas pela Laep, aportarão as marcas Ibituruna, Olá, Baby, Cacauleite, entre outras, ao capital da Monticiano, em troca de uma participação minoritária correspondente a 40% das ações ordinárias da mesma Monticiano. A efetivação dessa operação depende da implementação de certas condições precedentes.

Efetivada a conferência das marcas, na forma acima referida, entrará em vigor acordo de acionistas regulando a direção das atividades operacionais e societárias pela Monticiano, com a participação da Laep, através de suas subsidiárias, na governança da Monticiano. O acordo, ao mesmo tempo, assegurará para as subsidiárias da Laep, em igualdades de condições, a participação em qualquer evento de liquidez da Monticiano.

Adicionalmente, o Acordo prevê a formação imediata de um consórcio com objetivo de compartilhar a capacidade industrial das fábricas de Leitbom, companhia fechada controlada pela Monticiano, de um lado, e por Companhia de Alimentos Glória, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 72.961.568/0001-80 (“Gloria”) e Companhia de Alimentos Ibituruna S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.321.967/0001-40, companhias fechadas indiretamente controladas pela Laep, de outra parte, formando entre as consorciadas um dos maiores parques fabris de lácteos, além de permitir a maior eficiência em toda a cadeia produtiva, potencializando as marcas hoje operadas pelas companhias consorciadas, sejam marcas nacionais Parmalat e Poços de Caldas ou regionais como Leitbom, Qualilat entre outras.

O Consórcio terá como líder a Leitbom, permitindo a coordenação das atividades das consorciadas, com a implantação de um programa de ganho de eficiência e escala, criando condições necessárias para que as atividades das consorciadas se beneficiem com o aumento dos seus níveis de capital de giro, permitindo o atendimento melhor de um número extremamente relevante de consumidores brasileiros em vários Estados, além de propiciar a um grande número de produtores rurais a expansão de suas atividades.

A Monticiano e a Laep tem a expectativa de que, através das operações acima descritas, os investidores nas empresas envolvidas na associação, direta ou indiretamente, poderão beneficiar-se de uma criação de valor advinda da ampla capacidade de as companhias aproveitarem a plenitude do potencial de exploração de seus parques fabris e demais ativos, inclusive intangíveis, não se podendo, no entanto, no momento, definir a extensão desse benefício e quando o mesmo começará a produzir efeitos.

Ao promover a criação de uma grande empresa na área de lácteos com marcas reconhecidamente lideres no Brasil, pretende-se também contribuir para que nosso país alcance uma posição de liderança mundial em um setor para o qual possui uma vocação natural.

As companhias manterão o mercado informado a respeito do desenvolvimento das operações descritas neste Fato Relevante.

São Paulo, 14 de março de 2010.

Marcelo França

Diretor de Relação com Investidores

Monticiano Participações S.A.

Rodrigo Ferraz

Diretor de Relação com Investidores

Laep Investments Ltd.

Fonte: http://siteempresas.bovespa.com.br/consbov/ExibeFatosRelevantesCvm.asp

Grupo GP e Parmalat formam associação
Acordo para criar o consórcio foi fechado na noite desse domingo
15 de março de 2010 | 0h 18

O GP Investimentos fechou, na noite desse domingo, 14, um acordo para formação de um consórcio entre seu laticínio Leitbom e as empresas Glória e Ibituruna, pertencentes à Laep, controladora da Parmalat. “Trata-se do ensaio para uma fusão das companhias”, disse ao Estado uma fonte que acompanhou as negociações. Caso a fusão se concretize no futuro, as participações acionárias de cada lado já estão definidas: O GP ficaria com 60% e a Laep com 40%.

Com a formação do consórcio, a operação do GP no setor de lácteos dobrará de tamanho. Sua capacidade de captação de leite saltará de 1 milhão de litros por dia para 2 milhões.

Segundo os termos da parceria, os três laticínios passarão a realizar compras e fabricar e distribuir produtos em conjunto através de uma entidade jurídica específica. Essa nova empresa já nasce com oito fábricas: uma originária da Ibituruna localizada em Governador Valadares (MG), duas da Glória em Votuporanga e Guaratinguetá (SP) e cinco unidades da Leitbom entre os estados de Goiás e Pará. Juntos, os três laticínios terão 5% do mercado de lácteos do País.

A gestão do grupo será do GP Investimentos. Marcus Elias, controlador da Laep, não participará das decisões.

Para o GP, a associação traz duas grandes vantagens. A primeira está na possibilidade de usar a marca Parmalat nos produtos da Leitbom. A segunda é a chance de acessar os mercados consumidores de São Paulo e Minas Gerais. Hoje, a distribuição da Leitbom está concentrada em Goiás e em algumas áreas do nordeste.

Os laticínios da Laep também vão melhorar a sua distribuição. Segundo fontes próximas, a empresa encontra, hoje, dificuldades para entregar todos os pedidos de varejistas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,grupo-gp-e-parmalat-formam-associac ao,524288,0.htm


Milk11

quinta-feira, março 11th, 2010

Faz tempo que não escrevo da milk11 aqui por pura falta de motivação. Esse papel está me dando cabelos brancos já.

A questão é a seguinte: muita falta de informação da qual eu destaco sobre o fundo de investimento GEM que promete investir uma bela quantia no papel.

Já li muito a respeito inclusive publiquei aqui as notícias, mas na verdade ninguém sabe ao certo com relação as datas que eles vão fazer ou já fizeram a média de nove pregões, já li até que não seriam nove mas mais pregões.

Isso fez com o que o papel parasse de subir e cada vez mais caisse, essa semana foi difícil de ficar com o HB aberto. A ação voltou para um real. Volume impressionante de negócios feitos.

No dia 09/03 o papel fez

ABERTURA: 1,12 ;
MÁXIMA: 1,45 ;
MINIMA: 1,01
FECHAMENTO: 1,45.

Pessoal ficou muito doido, muitos vendendo, outros comprando, pessoas diminuindo o Preço Médio.

O certo mesmo é que a JBS fez outro comunicado dizendo que não vai comprar a empresa, e nosso querido Marcus Elias viajou a Europa para tentar vender a empresa para um fundo ou a empresa GP Investimento.

Notícia essa que ajudou o papel ficar mais movimentado ainda.

Outro fato interessante que a LAEP recebeu três pessoas do grupo que eu participo para saber mais detalhes sobre as operações .  Segundo eles foram muito bem recebido, inclusive, até pelo próprio Marcus Elias.

Novidades não tiveram nenhuma, inclusive assinaram um termo sobre sígilo e pelo que eu li não souberam nada de novo mas ficaram mais tranquilos com relação ao futuro da empresa.

Sigo comprado e com esperanças de que vai dar tudo certo.

MILK11

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Hoje é dia de assembléia geral ( AGE ), começará as dez horas da manha. Muito confiante para excelentes notícias. Tomará que FR ( fatos relevantes ) sejam anunciados.

A AGE será só entre os principais e maiores compradores da ação. Dizem que o BRADESCO estará lá e que eles estão bem comprado com um preço médio ( PM ) acima de dois reais, li tal informação num forum, sem fonte confiável, mas espero que seja isso mesmo.

A ação caiu muito durante esses ultimos dias, chegou a bater R$1,67 e ontem fechou R$1,85, acima do fechamento de anterior R$1,81.

Ontem , particularmente, acompanhei mais a ação e o que fez ela andar de lado foram Oferta de Vendas ( OV ) muito altas, acima dos 90k. MILK11 não tem tanta liquidez assim mesmo com número de negócios acima dos dois mil diários.

Termino o post com uma notícia:

SÃO PAULO - A Laep Investments anunciou que iniciou negociações buscando a liquidação antecipada da recuperação judicial de sua controlada Parmalat junto aos credores remanescentes.

A companhia alertou, no entanto, que as negociações ainda não foram concluídas e que dependem, dentre outros fatores, da adesão aos termos e condições propostos para a liquidação antecipada.

Segundo comunicado divulgado pela empresa, essa antecipação das negociações decorre de uma sequência de eventos, como capitalização da empresa pela Global Yield Fund Limited, no valor de R$ 120 milhões, a liquidação dívidas via conversão em capital, e a conclusão da Oferta Pública de Aquisição (OPA) e o efetivo fechamento de capital de Parmalat Brasil S.A..

“A companhia informa que continua com o processo de reestruturação de suas operações e que considera o conjunto dessas iniciativas determinante para o seu fortalecimento no presente contexto conjuntural e ratifica, especialmente, que manterá inalterada sua decisão de buscar soluções definitivas para o futuro estratégico de suas operações”, concluiu a Laep em comunicado. FONTE

MILK11

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

Revista Exame tem uma reportagem sobre a PARMALAT e dá a venda como certa!

Como derrubar o valor de uma empresa

Os passos que levaram ao encolhimento da Parmalat no Brasil e a aproximaram de um desfecho praticamente inevitável - a venda para uma concorrente
Por LUCAS AMORIM | 04.02.2010 | 11h07

História de sucesso nos anos 90, a Parmalat brasileira transformou- se na protagonista de um dos mais rumorosos casos de empresa em processo de lento, doloroso e constante declínio. Os fatos recentes traçam um cenário inconteste.

* Sua lista de produtos, que chegou a ter 100 itens, como creme de leite e sucos, agora tem apenas um - o tradicional e pouco rentável leite longa vida.
* Nos últimos três meses os produtos da marca chegaram a faltar em algumas das maiores redes de varejo, e fornecedores de leite com pagamentos atrasados forçaram o fechamento de uma de suas cinco fábricas, em Goiás.
* De janeiro a setembro de 2009, as receitas da companhia foram de 900 milhões de reais - queda de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Não é pouca coisa em termos de más notícias. O declínio levantou rumores sobre uma possível venda da Parmalat - graças a eles, no início deste ano as ações do fundo de investimento Laep, controlador da empresa desde 2006, dobraram de valor em apenas três dias. No final de janeiro, o fundo Global Yield Fund Limited, da Global Emerging Markets, fez um aporte de 120 milhões de reais para se tornar sócio da companhia (trata-se do primeiro investimento do fundo no país). É um paliativo, mas não um remédio definitivo, segundo analistas. “É uma solução temporária”, diz um executivo do setor. “A empresa dificilmente vai se levantar sozinha.”

O cenário é diametralmente oposto ao desenhado pelo financista Marcus Elias, dono do Laep, ao comprar a Parmalat, há pouco mais de três anos. Com um histórico de viradas bem-sucedidas na locadora de veículos Unidas e na fabricante de alimentos Gomes da Costa, Elias prometeu aos investidores repetir o roteiro. Para isso ele compraria concorrentes, ganharia participação de mercado e criaria a Integralat, empresa que teria o objetivo de melhorar o perfil genético do gado brasileiro e fun cionaria como grande fornecedora de lei te da Parmalat. O plano seria financiado com mais de 1 bilhão de reais levantados na abertura de capital da Laep. Co mo quase sempre acontece com os planos de negócios, o modelo proposto por Elias fazia todo sentido. Como muitas vezes também acontece, na prática nada saiu como planejado. A começar pelo IPO, realizado em 2007, que rendeu metade do previsto. A partir daí, uma sucessão de decisões foi enfraquecendo cada vez mais a companhia. Em vez de aplicar 60% do dinheiro obtido na abertura de capital na Integralat, como prometera, a Laep se lançou às compras - e decidiu abrir a carteira justamente quando o preço do leite batia recordes. Em setembro de 2008, menos de quatro meses depois de adquirir as marcas Poços de Caldas e Paulista, que pertenciam à Danone, a Laep as revendeu à Leitbom, controlada pela GP Investimentos. Na época, durante uma teleconferência com investidores, o próprio Marcus Elias admitiu ter errado o momento da expansão. Procurados por EXAME, nem o empresário nem o atual presidente da companhia, o executivo Othniel Lopes, concederam entrevista sob a justificativa de que a Laep está em período de silêncio.

NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS, a Parmalat acumulou prejuízos superiores a 600 milhões de reais. “Boa parte das perdas veio de puro descontrole na gestão”, diz um executivo próximo à companhia. Esse descontrole teria sido crítico até 2008, quando a Parmalat teve perdas recordes. Até aquele ano, os executivos da companhia não conseguiam identificar quais os produtos mais rentáveis ou as fábricas menos lucrativas. O planejamento logístico, algo vital para uma empresa com centenas de fornecedores e, naquela época, 14 fábricas em cinco regiões do país, era falho. Em alguns casos o leite rodava 4 000 quilômetros do produtor ao supermercado. “Descuidos como esses são comuns em empresas brasileiras”, diz Jean-Claude Ramirez, consultor da Bain&Company. “Os executivos se preocupam em ganhar participação de mercado, que é o lado mais sexy, e deixam a eficiência em segundo plano.”

Pródiga ao investir o dinheiro levantado no IPO e ineficiente na operação, a Parmalat ficou sem reservas para suportar momentos de baixa do mercado. Em agosto de 2009, quando o preço do leite despencou devido ao superabastecimento do mercado, a Parmalat se viu financeiramente acuada. Em setembro, reuniu seus principais credores - oito empresas, como Tetra Pak e Klabin, além de 300 produtores de leite - e renegociou o pagamento de uma dívida que se arrasta há quatro anos. Até então, a Parmalat vinha fazendo pagamentos mensais aos credores no valor total de 4 milhões de reais. A partir da reunião, começou a pagar apenas um quarto dessa quantia. Ainda assim, não deu conta de entregar a parcela de dezembro a um grupo de produtores de leite de Goiás, que bloquearam a entrada da fábrica na cidade de Santa Helena e interromperam a produção. Para manter a operação das outras fábricas, a Parmalat abandonou a venda de produtos de maior valor e se concentrou no mercado de leite básico, que garante giro mais rápido, mas traz apenas 1 centavo de lucro por caixinha. Quem financia a operação são os próprios varejistas. “A Parmalat primeiro recebe os pedidos para só depois fabricar os produtos”, diz Everton Muffato, da rede de supermercados paranaense Muffato, a nona maior do país. “Os concorrentes entregam uma encomenda em dois dias, mas eles levam até 40.”

Não há sinal mais evidente da perda de valor da Parmalat do que a venda de seus ativos - um processo de “desmanche” que se acelerou em 2009. Em fevereiro, transferiu sua fábrica de Pernambuco para a Laticínios Bom Gosto. Em abril, a empresa vendeu as fazendas que compunham a Integralat, por valor não divulgado, para a Companhia Brasileira de Agronegócio e Alimentos. Sete meses depois repassou para a Nestlé sua principal fábrica, localizada em Carazinho, no Rio Grande do Sul. Hoje restam cinco fábricas - uma em Goiás, uma no Rio de Janeiro, uma em Minas Gerais e duas em São Paulo. Todas estão à venda. O que resta de mais valioso para a Laep é a marca Parmalat, que apesar de todos os problemas continua a ser a mais lembrada do país. Detalhe importante: sua licença de uso expira em 2017. “Os problemas de gestão da empresa vão acabar, pouco a pouco, minando a marca”, diz José Roberto Martins, da consultoria Global Brands. É o que de pior poderia acontecer com a Laep.

O passo a passo da crise

Os erros que levaram à atual situação da Parmalat

1) DESCUIDAR DOS CUSTOS
Até 2008, a Parmalat não conseguia identifi car qual produto dava lucro ou prejuízo. Em alguns casos, a logística tornava algumas operações, como a do Nordeste, inviáveis. O leite chegava a rodar até 4 000 quilômetros para ir dos produtores aos varejistas

2) IR ÀS COMPRAS NA HORA ERRADA
A empresa decidiu comprar as marcas Poços de Caldas e Paulista, ambas da Danone, no início de 2008 - justamente o ano em que o preço do leite bateu recordes. O faturamento, que girava em torno de 170 milhões de reais ao mês, não era sufi ciente para pagar as dívidas e a companhia foi forçada a dar meia-volta. Menos de quatro meses depois das aquisições, a Parmalat teve de revender as duas marcas para a Leitbom, controlada pela GP Investimentos

3) NÃO CUMPRIR O TRATO COM OS ACIONISTAS
Quando levantou 500 milhões de reais na abertura de capital, no fi m de 2007, a Laep prometeu investir 60% do valor na Integralat, empresa que abasteceria a Parmalat com leite próprio. Mas 80% do dinheiro foi investido em aquisições e para manter a operação. Contrariado, o fundo Gavião Investment, que detinha cerca de 24% das ações, vendeu sua participação na Laep em 2008

4) ABRIR ESPAÇO PARA A CONCORRÊNCIA
Sem fôlego para manter a própria operação em funcionamento, em novembro de 2009, a Laep vendeu à Nestlé, - que até então não atuava nesse mercado - sua principal fábrica, no município gaúcho de Carazinho. A unidade tem capacidade de suprir 10% do consumo nacional

5) ABANDONAR PRODUTOS DE MAIOR VALOR
No final de 2009, a Parmalat abandonou a venda de leites especiais e se concentrou no leite básico, que garante uma venda mais rápida, diminuindo os estoques e aumentando o giro - mas estrangula as margens. O lucro não passa de 1 centavo por caixinha.

A ação da milk11 hoje fechou a 2,0X . Isso me preocupa um pouco, mas dia 19.02 tem assembleia geral, espero ouvir novidades para a milk voltar a subir.

O bom mesmo é que a quantidade de negócios se mantém forte.

Milk11

quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010

Eis que surge mais uma notícia:

Marfrig também mostra interesse pela Parmalat
O empresário Marcos Molina, dono do grupo Marfrig, entrou na disputa pela compra da Parmalat, que foi colocada à venda pela Laep, sua controladora. Até agora, tanto o grupo JBS-Friboi, dono da Vigor, quanto a Brasil Foods, que possui as marcas Batavo e Elegê, já analisaram os números da empresa de laticínios. FONTE

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A imagem acima foi tirada da revista IstoÉ , infelizmente perdi o link e não consegui achá-lo. Mas enfim, serve como adicional para notícia acima.

E lá se foram os nove pregões Por determinação do contrato, a GEM obriga-se a subscrever, em emissão privada de ações, até R$120 milhões de reais, pelo preço de subscrição equivalente a 88% da média ponderada do preço de mercado verificado nos 9 pregões posteriores à formalização da chamada de capital.”

Durante esse nove pregões o papel não andou, teve só um dia (29/01/2010) que ele andou muito bem mas no final do dia derrubaram o papel para a média que eu acredito que foi fechado aos R$2,50 +/- .

aaaaaa

Ainda não foi vinculado o valor da média, assim que eu tiver informações colocarei aqui.

Continuo comprado no papel e confiante.

MILK11

sexta-feira, janeiro 29th, 2010

LAEP INVESTMENTS bombou de notícia boa:

LAEP APROVA CONVERSÃO DE DÍVIDA EM CAPITAL
Em atendimento ao disposto no artigo 157, paragrafo 4o, da Lei 6.404/76 (“LSA”), e na Instrução n. 358/02 da Comissao de Valores Mobiliarios (“CVM”), conforme alteradas, a LAEP Investments Ltd. (“LAEP” ou “Companhia”) (MILK11), comunica aos investidores e demais participantes, que ajustou com importantes credores estratégicos, e continua negociando com outros, a conversão de dívida em capital. Na operação, serão emitidas até 137 milhões de ações Classe A, limite do capital autorizado da Companhia, a preço de mercado, conforme determinação do Conselho de Administração. Assim que encerrado o processo de negociação, a Companhia informará o valor total de dívida convertida e cancelada, bem como o total de ações emitidas. Em vista da importância estratégica da operação, e em conformidade com o Estatuto Social, não será estendido, excepcionalmente, direito de preferência ao acionista controlador e demais acionistas.
A administração da Companhia considera esta transação determinante para o seu fortalecimento no contexto das iniciativas em curso perante empresas do setor de alimentos e também do mercado financeiro e ratifica, especialmente, que manterá inalterada sua decisão de buscar soluções definitivas para o futuro estratégico de suas operações.

e

Em atendimento ao disposto no artigo 157, parágrafo 4º, da Lei 6.404/76 (“LSA”), e na Instrução n. 358/02 da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), conforme alteradas, a LAEP Investments Ltd. (“LAEP” ou “Companhia”) (MILK11), e a Parmalat Brasil S/A Indústria de Alimentos - Em Recuperação Judicial (“Parmalat”) (LCSA3/LCSA4), comunicam aos investidores e demais participantes do mercado de capitais, em complemento aos Comunicados aos Acionistas publicados anteriormente em 28.04.09, 29.04.09 e 21.12.09, 23.12.09, a conclusão com sucesso de oferta pública de aquisição da totalidade das ações de Parmalat (“OPA de Fechamento”), tanto ordinárias (LCSA3) como preferenciais (LCSA4). Foi apresentado, nesta data, pedido à CVM para o cancelamento do registro de companhia aberta da Parmalat, tendo em vista a conclusão dos procedimentos processuais.

e anunciou uma assembléia para fevereiro!!!

MILK11

quinta-feira, janeiro 21st, 2010

Mais um capitulo da MILK11 .

Sairam duas notícias importantes no próprio site da LAEP INVESTMENTS RI :

Em atendimento ao disposto no artigo 157, § 4º, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”), e na Instrução CVM nº 358,
de 03 de janeiro de 2002, conforme alterada, a LAEP Investments Ltd. (“LAEP” ou
“Companhia”) (MILK 11) e Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos (“Parmalat”)
(LCSA3 e LCSA4), comunicam aos investidores e demais participantes do mercado de
capitais que desconhece ato ou fato de caráter político, administrativo, técnico, negocial
ou econômico-financeiro ocorrido ou relacionado aos seus negócios que não tenha sido
oportunamente informado ao mercado, ignorando, portanto, as razões das recentes
oscilações de volume e número de negócios registrados com os BDRs, inclusive sobre o
conteúdo de matéria veiculada pelo Portal Exame, sobre suposta alienação de suas
operações para JBS S.A.
A Companhia ratifica que desde setembro de 2008, conforme informado pelo Conselho
na oportunidade, continua em amplo processo de reestruturação de suas operações e
readequação de seu passivo oneroso, tendo ao longo desse período mantido contato com
diversos interessados, entre eles participantes operacionais do setor de alimentos e
representantes do mercado financeiro. Nesse quesito, vale ressaltar matéria publicada
nesta data no jornal Valor Econômico confirmando que as ações da Laep têm sido alvo
de constantes especulações nos últimos meses, em datas que coincidem com a
disseminação de boatos. A Companhia reitera sua preocupação com as conseqüências
tanto para suas operações como para a negociação dos seus BDRs decorrentes dessas
disseminações.
São Paulo, 06 de janeiro de 2010.
Rodrigo Ferraz Pimenta da Cunha
Diretor de Relações com Investidores

e

FATO RELEVANTE
LAEP OBTÉM NOVA CAPITALIZAÇÃO DE R$120 MILHÕES JUNTO A INVESTIDOR INSTITUCIONAL NORTE-AMERICANO
Em atendimento ao disposto no artigo 157, parágrafo 4º, da Lei 6.404/76 (“LSA”), e na Instrução CVM n. 358/02, conforme alteradas, a LAEP Investments Ltd. (“LAEP” ou “Companhia”) (MILK11), comunica aos investidores e demais participantes de mercado que celebrou na data de hoje contrato para subscrição de novas ações de sua emissão no montante de R$120 milhões de reais junto ao fundo de investimento GEM – Global Yield Fund Limited (“GEM”). Os recursos serão integralmente utilizados para reforço de capital de giro e readequação de sua estrutura de capital, consistindo em importante passo no processo de reestruturação iniciado em setembro de 2008, especialmente na readequação do seu passivo oneroso.
O GEM Group, Global Emerging Markets (www.gemny.com), é um grupo financeiro com veículos de investimentos totalizando US$3,4 bilhões, fundado em 1991, com 275 transações completadas em mais de 55 países. Os fundos GEM incluem: CITIC/GEM Fund; VC Bank/GEM Mena Fund; Kinderhook; GEM Global Yield Fund; GEM India e Banco Pine/GEM Brazil Fund.
Por determinação do contrato, a GEM obriga-se a subscrever, em emissão privada de ações, até R$120 milhões de reais, pelo preço de subscrição equivalente a 88% da média ponderada do preço de mercado verificado nos 9 pregões posteriores à formalização da chamada de capital. Adicionalmente, a GEM terá uma opção (warrants) para subscrição de adicionais 30 milhões de ações ao preço de R$3,00 por ação. Em referido aumento de capital, dado a sua importância e necessidade estratégica, e em conformidade com a cláusula 42.4 do Estatuto Social, não será estendido, excepcionalmente, direito de preferência ao acionista controlador e demais acionistas.
A administração da Companhia considera esta transação determinante para o seu fortalecimento no contexto das iniciativas em curso perante empresas do setor de alimentos e também do mercado financeiro e ratifica, especialmente, que manterá inalterada sua decisão de buscar soluções definitivas para o futuro estratégico de suas operações.
São Paulo, 15 de janeiro de 2010.
Rodrigo Ferraz Pimenta da Cunha
Diretor de Relações com Investidores

Com essas notícias acredito que a empresa não será vendida, mas o rumor no começo de janeiro foi muito bom para o papel.

Mesmo com o anúncio de R$120 milhões  acrescidos a empresa o papel não andou nessa ultima semana, esta mantendo a média de R$2,50.

Mesmo assim acredito muito no papel, estou pensando em comprar mais.