Posts Tagged ‘bolsa de valores’

OGXP3

terça-feira, agosto 3rd, 2010

Nos últimos dias a bolsa operou com grande volume e subindo ( como dizer por aí ) igual foguete!

Com muitos papéis subindo, o bom para comprar é aguardar o recuo para médias móveis exponenciais. Foi o que aconteceu com a OGXP3.

Papel em LTA rompeu não com muita força a máxima anterior. Vamos esperar que dessa vez rompa com propriedade.

ogxp3

LREN3

terça-feira, julho 13th, 2010

LREN3 indo bem , pena que criou uma resistência nos R$49,40.

lren887

HGTX3

terça-feira, julho 13th, 2010

HGTX3 voltou para região das médias móveis. Plano traçado. Start de compra nos R$46,90 e stop nos R$44,10. Sendo o objetivo a longo prazo.

hgtx3333

Abaixo histórico dos post que eu já fiz dessa ação.

hgtx31

Publicado : 17/06/2010

hgtx3

Publicado: 09/06/2010

HGTX3

quinta-feira, junho 17th, 2010

hgtx31

HGTX3 voando. Atingiu ontem ( 16/06/2010 ) a máxima de R$45,90 .

Publiquei no dia 09/06 o gráfico referente ao dia anterior e a ação tinha fechado em R$43,00. link

Essa ação é melhor que a VALE5 hahaha.

Marfrig - MRFG3

segunda-feira, junho 7th, 2010

mrfg3

Apesar do papel estar em tendência de baixa, tentarei dar um tiro curto .

O MACD apontando para cima talvez encoraje as compras amanha. O IFR está indiferente ao meu ver.

Como os papel está na região das médias móveis, meu start de compra é acionado quando o papel atingir um valor acima dos fechamentos anteriores que só tem uma diferença de um centavo, considero uma resistência também ( além da sinalizada no gráfico ).

Nosso objetivo é na região dos 18,45, vendendo total ou parcialmente se o papel aparentar força.

MILK11

terça-feira, março 23rd, 2010

Reportagem da revista IstoÉ Dinheiro.

O que está por trás do negócio GP-Parmalat

Domingo, 14 de março. O relógio na parede do escritório da GP Investimentos, na avenida Faria Lima, em São Paulo, marcava nove horas da noite quando Fersen Lambranho, presidente do grupo, e Marcus Elias, sócio da Laep, controladora da Parmalat no Brasil, terminaram de revisar os contratos e começaram a assinar os documentos para a formação de um consórcio no setor de leite.

As negociações começaram em setembro do ano passado, foram atropeladas pela entrada de outros pretendentes, como Friboi, Marfrig e Brasil Foods, mas foram concluídas no último fim de semana. E o casamento, costurado pelo advogado Paulo Aragão, um dos maiores especialistas em direito societário do País, acabava de criar uma das mais promissoras empresas de leite no Brasil, com receita estimada em R$ 1,5 bilhão e captação de mais de dois milhões de litros ao dia. Elias e Lambranho se abraçaram e passaram a preparar o fato relevante que seria divulgado ao mercado no dia seguinte.

“Agora temos uma marca com presença e credibilidade nacional”, disse à DINHEIRO o executivo Fernando Falco, presidente da Monticiano, braço do grupo GP no setor de leite. A declaração do executivo revela que a fusão foi muito mais do que um negócio de oportunidade para a GP. Maior fundo de private equity da América Latina, com mais de US$ 4 bilhões aportados em empresas de diferentes setores no Brasil, o grupo se especializou em comprar companhias em dificuldades para recuperá-las e depois revendê-las.

Mas, no caso da Parmalat, a compra é também uma necessidade para a GP. O fundo entrou no mercado de leite em 2008, quando pagou R$ 308 milhões pelos ativos da Laticínios Morrinhos, de Goiás, dona da marca Leitbom. Os planos eram ambiciosos, mas esbarraram em uma crise generalizada no setor.

Os negócios também não foram bem em 2009. Nos três primeiros trimestres do ano passado, a Monticiano acumulou prejuízo líquido de R$ 36,3 milhões. Diante das dificuldades, os executivos perceberam que, para crescer, precisariam de uma grife para agregar valor aos seus produtos – e não partir para uma guerra de preços suicida, como fazem muitos de seus concorrentes. Com a Parmalat, que há 12 anos é a marca top of mind no Brasil (a mais admirada pelos consumidores), a GP poderá vender leite convencional com uma margem até 15% superior à dos concorrentes.

“Não dá nem para comparar a Leitbom com a Parmalat. O GP vai investir em uma marca de primeira linha para aumentar sua participação no mercado”, diz Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, principal entidade representativa do setor. “Agora sim eles estão entrando no jogo.”

Pelo acordo, a Laep, de Marcus Elias, aporta no capital da Monticiano as fábricas das empresas Glória e Ibituruna, além do direito de exploração da marca Parmalat até 2017. Em troca, ganha 40% de participação na Monticiano. Elias, que pretendia ser um consolidador no mercado, mudou de rota quando percebeu que a Parmalat estava mais para caça do que para caçador.

A empresa não teve acesso a linhas de crédito do BNDES, foi alvo de uma operação da PF e enfrentava problemas com a recuperação judicial. Mas também cometeu erros de gestão, como excesso de aquisições, sem uma estratégia definida. “Mudamos de rota e buscamos uma saída engenhosa”, disse Elias à DINHEIRO. “Agora, o mercado terá uma empresa sem problemas de crédito, com a marca mais valiosa do setor.”

A associação entre Monticiano e Parmalat formará o quinto grupo do setor, atrás de Nestlé, Brasil Foods (dono da Batavo), Itambé e Bom Gosto. Mas a empresa espera ampliar sua participação de mercado – hoje próxima a 10% – lançando leites com maior valor nutricional e pagando mais aos fornecedores. “Com o dinheiro da GP e a credibilidade da Parmalat, a parceria tende a elevar a renda no campo”, prevê Rafael Ribeiro de Lima Filho, da Scot Consultoria.

A gestão do novo negócio ficará a cargo do grupo GP e a Laep terá alguns assentos no conselho. Embora a operação marque um revés na estratégia inicial traçada por Elias, as ações de sua empresa estiveram entre as que mais subiram no Brasil em 2010 – passaram de pouco mais de R$ 0,70 para R$ 1,70 –, em razão dos rumores sobre uma possível venda.

As dívidas da companhia foram reduzidas de R$ 1,8 bilhão para R$ 22 milhões. Para reduzir o endividamento, ele vendeu ativos, como a fábrica de Carazinho, que foi alienada à Nestlé, e algumas marcas, como a Poços de Caldas e a Paulista, que foram transferidas à própria GP, um ano atrás. A última pendência era uma fábrica em Goiás, que vinha atrasando pagamentos aos pecuaristas – ela será agora arrendada à empresa Italac. “Os problemas acabaram”, diz Elias. Budista, ele recentemente ergueu um grande templo na cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo, onde poderá meditar sobre sua experiência no mercado de leite e seus futuros negócios.

MILK11

segunda-feira, março 15th, 2010

Hoje eu nao durmo .

Monticiano Participações S.A.

CNPJ/MF 09.191.251/0001-75

Companhia Aberta

Laep Investments Ltd.

CNPJ/MF 08.904.552/0001-36

Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

Monticiano Participações S.A., companhia aberta com sede na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Pamplona, 818 – conjunto 92, inscrita no CNPJ/MF sob o n° 09.191.251/0001-75 (“Monticiano”), e Laep Investments Ltd, companhia com sede em Clarendon House, 2 Church Street, Hamilton, HM 11, Bermuda, inscrita no CNPJ/MF sob o no 08.904.552/0001-36 (“Laep”), comunicam, na forma da Instrução CVM no. 358, que assinaram nesta data um acordo de investimentos (“Acordo”) pelo qual companhias controladas pela Laep, aportarão as marcas Ibituruna, Olá, Baby, Cacauleite, entre outras, ao capital da Monticiano, em troca de uma participação minoritária correspondente a 40% das ações ordinárias da mesma Monticiano. A efetivação dessa operação depende da implementação de certas condições precedentes.

Efetivada a conferência das marcas, na forma acima referida, entrará em vigor acordo de acionistas regulando a direção das atividades operacionais e societárias pela Monticiano, com a participação da Laep, através de suas subsidiárias, na governança da Monticiano. O acordo, ao mesmo tempo, assegurará para as subsidiárias da Laep, em igualdades de condições, a participação em qualquer evento de liquidez da Monticiano.

Adicionalmente, o Acordo prevê a formação imediata de um consórcio com objetivo de compartilhar a capacidade industrial das fábricas de Leitbom, companhia fechada controlada pela Monticiano, de um lado, e por Companhia de Alimentos Glória, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 72.961.568/0001-80 (“Gloria”) e Companhia de Alimentos Ibituruna S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.321.967/0001-40, companhias fechadas indiretamente controladas pela Laep, de outra parte, formando entre as consorciadas um dos maiores parques fabris de lácteos, além de permitir a maior eficiência em toda a cadeia produtiva, potencializando as marcas hoje operadas pelas companhias consorciadas, sejam marcas nacionais Parmalat e Poços de Caldas ou regionais como Leitbom, Qualilat entre outras.

O Consórcio terá como líder a Leitbom, permitindo a coordenação das atividades das consorciadas, com a implantação de um programa de ganho de eficiência e escala, criando condições necessárias para que as atividades das consorciadas se beneficiem com o aumento dos seus níveis de capital de giro, permitindo o atendimento melhor de um número extremamente relevante de consumidores brasileiros em vários Estados, além de propiciar a um grande número de produtores rurais a expansão de suas atividades.

A Monticiano e a Laep tem a expectativa de que, através das operações acima descritas, os investidores nas empresas envolvidas na associação, direta ou indiretamente, poderão beneficiar-se de uma criação de valor advinda da ampla capacidade de as companhias aproveitarem a plenitude do potencial de exploração de seus parques fabris e demais ativos, inclusive intangíveis, não se podendo, no entanto, no momento, definir a extensão desse benefício e quando o mesmo começará a produzir efeitos.

Ao promover a criação de uma grande empresa na área de lácteos com marcas reconhecidamente lideres no Brasil, pretende-se também contribuir para que nosso país alcance uma posição de liderança mundial em um setor para o qual possui uma vocação natural.

As companhias manterão o mercado informado a respeito do desenvolvimento das operações descritas neste Fato Relevante.

São Paulo, 14 de março de 2010.

Marcelo França

Diretor de Relação com Investidores

Monticiano Participações S.A.

Rodrigo Ferraz

Diretor de Relação com Investidores

Laep Investments Ltd.

Fonte: http://siteempresas.bovespa.com.br/consbov/ExibeFatosRelevantesCvm.asp

Grupo GP e Parmalat formam associação
Acordo para criar o consórcio foi fechado na noite desse domingo
15 de março de 2010 | 0h 18

O GP Investimentos fechou, na noite desse domingo, 14, um acordo para formação de um consórcio entre seu laticínio Leitbom e as empresas Glória e Ibituruna, pertencentes à Laep, controladora da Parmalat. “Trata-se do ensaio para uma fusão das companhias”, disse ao Estado uma fonte que acompanhou as negociações. Caso a fusão se concretize no futuro, as participações acionárias de cada lado já estão definidas: O GP ficaria com 60% e a Laep com 40%.

Com a formação do consórcio, a operação do GP no setor de lácteos dobrará de tamanho. Sua capacidade de captação de leite saltará de 1 milhão de litros por dia para 2 milhões.

Segundo os termos da parceria, os três laticínios passarão a realizar compras e fabricar e distribuir produtos em conjunto através de uma entidade jurídica específica. Essa nova empresa já nasce com oito fábricas: uma originária da Ibituruna localizada em Governador Valadares (MG), duas da Glória em Votuporanga e Guaratinguetá (SP) e cinco unidades da Leitbom entre os estados de Goiás e Pará. Juntos, os três laticínios terão 5% do mercado de lácteos do País.

A gestão do grupo será do GP Investimentos. Marcus Elias, controlador da Laep, não participará das decisões.

Para o GP, a associação traz duas grandes vantagens. A primeira está na possibilidade de usar a marca Parmalat nos produtos da Leitbom. A segunda é a chance de acessar os mercados consumidores de São Paulo e Minas Gerais. Hoje, a distribuição da Leitbom está concentrada em Goiás e em algumas áreas do nordeste.

Os laticínios da Laep também vão melhorar a sua distribuição. Segundo fontes próximas, a empresa encontra, hoje, dificuldades para entregar todos os pedidos de varejistas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,grupo-gp-e-parmalat-formam-associac ao,524288,0.htm


MILK11

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Hoje é dia de assembléia geral ( AGE ), começará as dez horas da manha. Muito confiante para excelentes notícias. Tomará que FR ( fatos relevantes ) sejam anunciados.

A AGE será só entre os principais e maiores compradores da ação. Dizem que o BRADESCO estará lá e que eles estão bem comprado com um preço médio ( PM ) acima de dois reais, li tal informação num forum, sem fonte confiável, mas espero que seja isso mesmo.

A ação caiu muito durante esses ultimos dias, chegou a bater R$1,67 e ontem fechou R$1,85, acima do fechamento de anterior R$1,81.

Ontem , particularmente, acompanhei mais a ação e o que fez ela andar de lado foram Oferta de Vendas ( OV ) muito altas, acima dos 90k. MILK11 não tem tanta liquidez assim mesmo com número de negócios acima dos dois mil diários.

Termino o post com uma notícia:

SÃO PAULO - A Laep Investments anunciou que iniciou negociações buscando a liquidação antecipada da recuperação judicial de sua controlada Parmalat junto aos credores remanescentes.

A companhia alertou, no entanto, que as negociações ainda não foram concluídas e que dependem, dentre outros fatores, da adesão aos termos e condições propostos para a liquidação antecipada.

Segundo comunicado divulgado pela empresa, essa antecipação das negociações decorre de uma sequência de eventos, como capitalização da empresa pela Global Yield Fund Limited, no valor de R$ 120 milhões, a liquidação dívidas via conversão em capital, e a conclusão da Oferta Pública de Aquisição (OPA) e o efetivo fechamento de capital de Parmalat Brasil S.A..

“A companhia informa que continua com o processo de reestruturação de suas operações e que considera o conjunto dessas iniciativas determinante para o seu fortalecimento no presente contexto conjuntural e ratifica, especialmente, que manterá inalterada sua decisão de buscar soluções definitivas para o futuro estratégico de suas operações”, concluiu a Laep em comunicado. FONTE

Milk11

quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010

Eis que surge mais uma notícia:

Marfrig também mostra interesse pela Parmalat
O empresário Marcos Molina, dono do grupo Marfrig, entrou na disputa pela compra da Parmalat, que foi colocada à venda pela Laep, sua controladora. Até agora, tanto o grupo JBS-Friboi, dono da Vigor, quanto a Brasil Foods, que possui as marcas Batavo e Elegê, já analisaram os números da empresa de laticínios. FONTE

marfrig1

A imagem acima foi tirada da revista IstoÉ , infelizmente perdi o link e não consegui achá-lo. Mas enfim, serve como adicional para notícia acima.

E lá se foram os nove pregões Por determinação do contrato, a GEM obriga-se a subscrever, em emissão privada de ações, até R$120 milhões de reais, pelo preço de subscrição equivalente a 88% da média ponderada do preço de mercado verificado nos 9 pregões posteriores à formalização da chamada de capital.”

Durante esse nove pregões o papel não andou, teve só um dia (29/01/2010) que ele andou muito bem mas no final do dia derrubaram o papel para a média que eu acredito que foi fechado aos R$2,50 +/- .

aaaaaa

Ainda não foi vinculado o valor da média, assim que eu tiver informações colocarei aqui.

Continuo comprado no papel e confiante.

MILK11

sábado, janeiro 2nd, 2010

Da série bonito gráfico.

Milk11 - Laep Investments . Empresa que controla a PARMALAT que está em plena Recuperação Judicial.

Milk11 está em evidência na bolsa de valores em São Paulo. Com volumes gigantescos nos últimos pregões.

milk11

Dia 30/12/2009 saiu a notícia que segue a baixo:

Parmalat programa pagamento de produtores para dia 4 de janeiro

Após mais um dia de espera pelo recebimento da primeira parcela da dívida da Parmalat com os produtores rurais de Santa Helena de Goiás, a angústia parece ter sido finalizada. O presidente da Faeg, José Mário Schreiner entrou em contato, na tarde desta quarta-feira (30), com o diretor de Suprimentos da Parmalat, Arthur Gilberto Voorsluys, que garantiu o pagamento dos produtores na próxima segunda-feira (4).

Depois de inúmeras conversas e ameaças dos produtores de invadirem a fábrica de Santa Helena, o executivo garantiu que os recursos já foram liberados pela juíza paulista que delibera sobre a recuperação judicial da empresa. Os recursos avaliados em R$ 2 milhões, provenientes da venda da fábrica de Carazinho (PR), já foram depositados na conta judicial da empresa e na segunda-feira será disponibilizado para o pagamento dos pecuaristas de leite.

O acesso na fábrica de Santa Helena continua interditado pelos produtores que fazem vigília na porta e não permitem a entrada de funcionários, a exceção dos seguranças. O presidente da Faeg, pediu aos produtores por meio do presidente do Sindicato Rural de Santa Helena, Santo Garcia, para que não cometam excessos, mas que permaneçam a postos até o recebimento dos recursos. José Mário também que garantiu que o acesso a fábrica será liberado após o pagamento, o que permitirá a Parmalat escoar as 400 toneladas de leite em pós estocadas na unidade e que serão exportadas.

Histórico

Em reunião realizada na quarta-feira (23), entre a diretoria da empresa e a Comissão de Pecuária de Leite da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), em Santa Helena de Goiás, ficou acordado que a Parmalat pagaria 35% da dívida com os produtores na segunda-feira (28), 32,5% em 30 dias e os outros 32,5% finais em 60 dias.

A Parmalat não depositou o montante comprometido na reunião realizada dia 23 de dezembro, e só sinalizou a nova data do pagamento hoje (30), uma semana após a primeira reunião. A empresa segue para o terceiro mês sem remunerar produtores pela matéria-prima já entregue. A dívida da Parmalat em Goiás com aproximadamente 330 pecuaristas de leite chega à casa dos R$ 6 milhões.

A Faeg continua acompanhando o caso. Os produtores que estão na porta da empresa, situada em Santa Helena, afirmam que não permitirão a entrada de ninguém dentro da fábrica até que o pagamento seja feito. (Karine Rodrigues - Departamento de Comunicação Sistema Faeg/Senar) FONTE

Ao meu ver segunda-feira será muito agitada para esse papel. Tubas manipulando, sardinhas descontrolados achando que o papel vai dar 600% num dia. Isso é o que me irrita em foruns, muita gente falando besteira,  tem quer ser bem criterioso ao ler foruns.